Larissa Oliveira
T H E M E
B A S E

D E T A I
L S
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originally iloveprinceso


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originally poetasolitari0

Só há uma coisa de que ainda tenho certeza- Ele se virou e seus olhos estavam escuros- Sei que faria qualquer coisa por você, mesmo que para isso tivesse que agir contra meus instintos e minha natureza. Abriria mão de tudo que tenho, até da minha alma, por você. Se isso não é amor, é o melhor que tenho para oferecer.”
Eu não sabia o que dizer, nada parecia adequado. Por isso segurei seu rosto entre as mãos e beijei seus lábios.
— Patch e Nora. Silêncio

É que hoje me bateu saudade de voce, saudade de quando eu te abracei e o meu unico desejo era nao sair dali nunca mais, como se eu pudesse te entregar o meu mundo e ter certeza de que voce o seguraria com firmeza, eu nunca cairia se permanecesse ao seu lado. Era uma confianca tao grande, voce me tinha na palma da mao, vc me fez feliz. E eu amei voce. Quanto tempo demora pra sentir o amor? E quanto tempo ele dura? Perguntas que eu nao sei responder, foi tao rapido o que nos vivemos, mas eu sei era algo diferente, era amor. Mas é que hoje eu so te queria aqui, aqui do meu ladinho na cama , me olhando fundo nos olhos e dizendo:” seus olhos brilham tanto bebê, o que voce esta pensando?” O que eu pensava amor? Se tudo era mesmo real, ou se vc era apenas um sonho. Hoje sei que foi apenas um sonho, o melhor sonho que eu ja tive. E eu achei que tinha me acostumado com partidas, ja vi que nunca vou me acostumar, a cada partida uma dor diferente, uma ferida no coraçao, uma cicatriz eterna que vez ou outra volta a doer, so pra me lembrar que eles sempre se vem e vão enquanto eu permaneco aqui com a saudade batendo a porta e eu convidando-a entrar e conversar comigo sobre as boas memórias dos amores que ja se foram, que um dia foram tao importantes mas que nao duraram quase nada. E por que eu sempre me importo tanto com quem sempre inventa uma desculpa pra ir embora da minha vida como se as coisas fossem assim tao fáceis e descartaveis? Bom… Nao sei, so sei que hoje me bateu uma saudade enorme de voce, e pra nao fazer besteira te ligando, eu escrevo e escrevo, pra aliviar um pouco, so um pouco. Quem sabe um dia essa saudade passe e eu possa te olhar como quem olha um velho conhecido e nao como quem olhar um amor perdido no tempo e nas minhas lembraças.

Eu apertei o play e coloquei a nossa música pra tocar. Não me pergunte porquê, como, quando… Eu só… Apertei o play. Com apenas um toque a melodia suave voltou a soar e o meu coração se inflou de tudo o que eu jurei jamais sentir. Meu peito agora dói. Meus braços, minha nuca, meus dedos… Tudo dói. E o tudo já doeu antes - incontáveis vezes, por sinal - mas não como agora. A dor não é dor, entende? Porque saudade é dor, angustia é dor, nostalgia é dor…. Isso não é dor. Isso se chama as ruínas quebradas de um castelo onde já habitou amor. Tudo bem, eu sei que já me mudei pra outro reino, outro castelo, outros costumes, outros pseudo-príncipes e tudo mais. Eu sei que acabei com todos os monstros horripilantes que cercavam o meu quase-conto-de-fadas. Eu sei que já superei, me reergui, me restabeleci e me reafirmei. O problema é que destruir um castelo não significa necessariamente que ele vá sumir do mapa. Eu posso dar a volta no planeta, meu caro, não importa: ainda saberei decorado o caminho de volta pra casa. Não interessa quantas vezes eu mate os monstros ou ria dos estragos, eles sempre voltam. Uma hora ou outra, entre o intervalo de uma risada e um choro perdido… O castelo em ruínas aparece pra mim, escondido, no meio dos sonhos ou dos pesadelos cruéis, no centro da realidade ou no centro dos papéis. Eu, agora, estou pisando nas ruínas - tão frias quanto quem anda sobre elas. E o que dói não é ver os meu esforços ali, feito lixo, jogados sem nenhum abrigo, sem nenhum teto, sem nenhum zelo. O que dói, no fundo, meu caro, é não saber mais como reciclar o lixo que eu mesma formei, tornei e fiz. Sabe os monstros horripilantes, dragões que cospem fogo e bruxas malvadas? Estes não existem mais. Só… eu. O monstro é a princesa perdida no reino que se perdeu. O monstro é aquela que não sabe mais amar porque amar qualquer coisa dói pra cacete e ninguém entende. O monstro é aquela que cruza os braços, faz cara feia e mostra o dedo do meio pro primeiro palhaço que disser que a vida pode sim ser magnifica. Magnifica o escambal! Eu digo. É tudo uma grande porcaria! Eu grito. Não adianta, nada adianta… Com isso eu já me acostumei. O que eu não aceito nem nunca vou aceitar em hipótese alguma são essas rasteiras repentinas que o mundo resolve me dar, assim, sem nenhum motivo aparente. Me diz onde foi que eu errei, vai. Tirando a parte em que eu luto pra sobreviver todos os dias, me diz, por favor, que mal há em querer ser feliz?
Aprendi a ignorar muita coisa e isso me fez bem. Muita gente pequena com mente pequena e pensamentos pequenos quiseram fazer com que o meu grande se tonasse minúsculo. Muita gente sem caráter quis transformar o meu em algo descartável. Muita gente com intenções ruins quis me fazer um ser humano podre e sujo, igualzinho a eles. Eu segui o seu conselho de tentar nunca esquecer o quão boa consigo ser, se me permitir. Talvez você fique orgulhoso disso, sei lá. Não sei mais se posso causar orgulho em alguém. O problema é que no meio desse ninho de gato de ignorar pra lá e ignorar pra cá, assim como eu ignorei as coisas ruins, também ignorei as coisas boas. Muita gente bateu na minha porta e eu a tranquei. Muita gente me deu um sorriso e eu reneguei. Muita gente só precisava de um abraço e eu apenas segui reto, firme, com medo de me desequilibrar e colocar tudo a perder. Eu continuei sendo irônica e sarcástica como sempre fui, mas dessa vez como uma espécie de auto defesa inatingível. Tudo o que eu queria, vez ou outra, era respirar fundo e recomeçar tudo de novo. E de novo. E de novo. E de novo até me cansar de recomeçar e apenas fluir, como uma pluma leve ou uma pena no meio do vento suave do litoral. Eu queria ter um número secreto na minha agenda telefônica que não fosse o seu pra ligar e chamar pra ver o nascer do sol em cima das dunas. Eu queria ter um endereço secreto que não fosse o seu pra correr e me esconder por nada, apenas por me esconder. Eu queria ter uma intimidade gigantesca com alguém que não fosse você pra dizer tudo o que eu quero, o que não quero, o que penso e o que não penso. É isso, sabe? Tudo o que eu preciso é de alguém igualzinho a você, mas sem ser você.
Não é drama. Já foi, confesso, muitas vezes apenas drama de criança birrenta querendo atenção, mas hoje não. Eu não quero atenção nem holofotes ou outdoor com o meu nome - por incrível que pareça. Não quero melação, frescurinha, mimos ou coisas do gênero. Seria masoquista demais ou ridículo ao quadrado se eu dissesse que me contento em observar as ruínas do castelo? Porque, de verdade, sentar nos destroços e respirar fundo nunca foi uma opção tão tentadora. Acho que somente assim, digo, voltando ao começo e tendo a absoluta certeza de que é o final, vou poder me deslocar para o presente e pensar, de uma vez por todas, no futuro. É observando como se perdeu a guerra que a gente aprende a enfrentar novas batalhas sem cometer os mesmos erros, não? Acho que sim. No fim das contas, tudo dá empate: a falta de amor e o amor em abundancia brigam constantemente por um espaço que nunca cabe os dois. Não precisa voltar correndo, me ligar desesperado, mandar carta, e-mail ou qualquer sinal de vida. Foi só uma recaída de… Lembranças? Que seja. Foi só um revirar de olhos como quem diz “puta merda, se eu pudesse voltar no tempo…”, sabe? Mas, por bem ou por mal, não posso. Nem quero. Pela primeira vez na vida tenho a certeza de onde deveria estar, quero chegar e pretendo ir. Meus planos estão cada vez mais seguros e meus sonhos cada dia mais alcançáveis. O problema é que o castelo, querendo ou não, continua ali. E eu sempre volto a apertar o play.
— Capitule (via capitule)

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originally capitule


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originally desenhe


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originally floresinexatas


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originally nadaseidoamor

O mar não tem fim.
E amar, será que tem?
400 poemasias.    (via manuscrituras)

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originally 4centos

Nada me irrita mais do que essas meninas de 17 anos achando que sabem mais da vida do que as de 15. A verdade, é que todo mundo sabe que pra compreender a vida, a idade é o fator mínimo. Dá uma preguiça tão grande ver o esforço que vocês fazem pra serem diferentes e acabam todas iguais. Sempre com esse mesmo papinho de desapego e “nunca me apaixono”… Qual é a dificuldade de assumir a vontade que tem de estar junto, de se apegar, se apaixonar, se entregar e viver um amor arrebatador, mesmo que dure 2 semanas? Eu até entendo o fato sobre o medo de se magoar e etc, entendo também sobre toda essa banalização das coisas importantes… Mas uma vez me disseram que “antes pecar pelo excesso do que pela falta”. Vocês não devem saber o quanto é infinitamente melhor amar alguém, ou até mesmo achar que ama… E eu digo isso porque eu também não sei como é, mas diferente de vocês que nadam contra a corrente o tempo inteiro, eu gostaria de saber. Porque eu acho que é disso que a vida é feita e não vejo sentido na pregação do desamor, o mundo já está tão cheio de coisa ruim. Tudo bem, não to dizendo pra você se apaixonar por qualquer um e dizer que ama todo mundo, até porque, quem ama todo mundo não gosta de ninguém. Só que se por ventura acontecer, deixe que o destino se encarregue, não há nada de errado em querer a felicidade pra si. Todas as borboletas, mesmo que no estômago, servem pra deixar o jardim mais bonito.
Aliterando   (via me-transbordo)

Posted 1 week ago with 239 notes
originally aliterando